CRIANÇAS ADORAM BISCOITOS E ACHOCOLATADOS.
POR QUE ISSO PODE SER UM PROBLEMA?

Você sabe o que são alimentos ultraprocessados? Pode ser que você não conheça a definição, mas existe uma grande chance de que esses produtos estejam muito presentes no seu dia a dia. Estamos falando de biscoitos salgados ou doces, batatas chips embaladas, certos pães de forma, refrigerantes e bebidas açucaradas, empanados tipo nuggets, macarrão e sopas instantâneos, por exemplo. Já deu para perceber que são produtos que têm alto apelo ao público infantil, certo? E a obesidade na infância pode estar relacionada ao consumo frequente desses produtos.

Existem três tipos de alimentos: in natura, processados e ultraprocessados. Os alimentos in natura ou minimamente processados são os mais naturais possíveis e não contêm adição de outros elementos. É o caso das frutas, verduras, carnes, café e leite, por exemplo.

Os processados podem, entre outras coisas, ser defumados, fermentados ou conservados em açúcar ou sal. Essas técnicas podem aumentar a quantidade de sódio ou calorias. Por isso, o Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde recomenda que os processados sejam consumidos em pequena quantidade.

Já os ultraprocessados são aqueles que recebem a adição excessiva de ingredientes como sódio, açúcares, gorduras, substâncias sintetizadas, inclusive a partir de petróleo e carvão, e de uso exclusivamente industrial. Esses elementos servem para aumentar o prazo de validade e alterar cor, sabor, aroma e textura. Além de terem uma enorme quantidade de elementos nocivos, os ultraprocessados também não apresentam níveis adequados de nutrientes. Eles são um dos principais inimigos de uma alimentação saudável, principalmente na infância, e, sempre que possível, devem ser evitados.

O excesso de sódio, por exemplo, pode facilitar ou agravar a hipertensão. Muitas gorduras e óleos são ruins para a saúde cardiovascular, podendo levar ao entupimento de vasos sanguíneos e à sobrecarga do coração. Os açúcares estão intimamente ligados à incidência de diabetes. E todos podem contribuir para o sobrepeso na infância, uma condição que já afeta milhões de crianças brasileiras.

Por isso, os guias alimentares brasileiros recomendam que alimentos ultraprocessados não sejam oferecidos a crianças com menos de 2 anos e que sejam evitados ao máximo no cardápio diário das famílias. No lugar deles, os alimentos in natura, como peixes, aves e carnes frescos, legumes, verduras e frutas, devem ser valorizados. Melhor ainda se forem cultivados de forma orgânica, sem agrotóxicos.

Ajude a divulgar o máximo possível as informações sobre os riscos de uma alimentação inadequada na infância. E continue acompanhando as nossas mensagens e publicações. Vamos encontrar, juntos, os melhores caminhos para encarar o desafio da obesidade infantil!

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