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Todo produto com foto de fruta tem fruta?

CERTOS PRODUTOS PARECEM, MAS NÃO SÃO NATURAIS NEM SAUDÁVEIS.

Você entra no mercado e as opções parecem ser muitas. Mas, na verdade, por trás da maior parte dessas “opções” estão produtos cheios de sabores e cores artificiais e quase sem nenhum valor nutritivo. Pior: alguns desses produtos fazem de tudo para que você ache que eles são tão saudáveis quanto comidas de verdade.

Muito visual, pouca nutrição

Mas não é só isso. É comum que esses produtos usem personagens infantis para atrair a atenção de crianças e fotos das frutas e outros recursos para convencer as pessoas de que eles são feitos de ingredientes naturais. Em alguns casos, tentam parecer até melhores do que os naturais, pela praticidade. Vários usam pouquíssimo os ingredientes saudáveis e, nos piores casos, nem usam. Muitos passam a ideia de aliados das famílias, mas, na verdade, estão enganando crianças e adultos.

Mas não é fácil mesmo conseguir evitar esses produtos. Além de ter embalagens atraentes, eles são feitos para que tudo neles pareça gostoso, das cores à textura, o que torna alguns deles extremamente viciantes. Além disso, são sempre posicionados de maneira estratégica nos supermercados e estão disponíveis em quase todos os lugares, das escolas aos cinemas.

Incentivos fiscais

Apesar de todas as consequências graves que o consumo cotidiano desse tipo de produto pode trazer para a saúde, aqui no Brasil a indústria de bebidas adoçadas, por exemplo, recebe quase 4 bilhões ao ano em incentivos fiscais, segundo a campanha Tributo Saudável. Isso ajuda os fabricantes a vender ainda mais barato os seus produtos, tornando-os, em muitos casos, mais acessíveis que opções saudáveis. Em alguns lugares, mais baratos mesmo que água.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como a alimentação inadequada pode ser uma das principais causas da obesidade infantil.

Saiba mais: conheça a campanha Tributo Saudável e entenda por que bebidas açucaradas fazem mal à saúde e não devem ser subsidiadas.

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Todo produto com foto de fruta tem fruta?

2020-10-16T17:57:34-03:00

12 passos para alimentar bem uma criança

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA:
UM PRESENTE PARA A VIDA TODA.

Nesta época em que celebramos o Dia das Crianças, em geral o assunto mais badalado é o presente que elas desejam ganhar, desde os mais simples até eletrônicos de última geração.

Em meio aos apelos de consumo, gostaríamos de chamar a atenção para algo fundamental: a saúde. Os primeiros anos de vida são determinantes em muitos aspectos, e esse é um deles. Uma alimentação saudável é uma das bases de um desenvolvimento adequado e ajuda a evitar, entre outras coisas, a obesidade infantil.

O Ministério da Saúde lançou, em 2019, uma edição renovada do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos. Um dos capítulos mais importantes desse Guia são os 12 Passos para uma Alimentação Saudável, que serve como orientação para quem é responsável por crianças até 24 meses de idade. O vídeo abaixo é um resumo feito com base nesses 12 passos. Clique na imagem para assistir.

Você pode baixar o Guia completo, gratuitamente e com segurança, clicando aqui: Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos.
É uma publicação extensa, bem abrangente, com muitas informações sobre o tema.

Nessa época cujo significado deve ser bem maior do que uma simples data de consumo, é importante lembrar: o que uma criança come na infância faz diferença por toda a vida.

Continue acompanhando este site para saber mais. Estamos juntos no desafio de alertar sobre a obesidade infantil!

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12 passos para alimentar bem uma criança

2020-10-13T14:08:01-03:00

Como escolher melhor o que as crianças comem?

ESCOLHER ALIMENTOS SAUDÁVEIS PARA CRIANÇAS
DEVERIA SER MAIS FÁCIL.

Os números crescentes da obesidade infantil tornaram-se um problema em vários países nos últimos anos. O México, maior consumidor de alimentos ultraprocessados da América Latina, chegou a decretar recentemente um alerta epidemiológico devido às altas taxas de diabetes e obesidade. Lá, cerca de 40% das calorias* que as crianças em idade pré-escolar ingerem vêm de alimentos ultraprocessados.

Nunca é demais lembrar que, entre esses produtos, que contêm açúcar, sal e gorduras em excesso, estão bebidas açucaradas, embutidos, macarrões instantâneos e bebidas lácteas. Esses itens costumam ser bastante populares entre crianças, entre outras razões, por causa da publicidade direcionada a elas.

Porém, muitas pessoas acabam comprando esses produtos sem saber o que realmente são. Uma das razões para isso é que eles possuem embalagens apelativas, às vezes com uso de personagens, e pouca ou nenhuma indicação sobre altos teores de sódio, açúcar e gorduras. Sem essas informações claras, não é possível fazer uma escolha de verdade.

Mas os mexicanos já deram alguns passos importantes para garantir uma alimentação mais saudável, implementando selos de alerta nas embalagens e restringindo a publicidade direcionada a crianças, por exemplo. Além deles, Chile, Uruguai e Peru também já adotaram a indicação nos rótulos. No Chile, a adoção desse tipo de selo foi uma das estratégias implementadas para lidar com a alta taxa de obesidade no país. E está dando certo, como afirma este estudo**.

Veja exemplos de como um alerta para os consumidores pode ser:

No Brasil, ainda não temos uma rotulagem nutricional adequada e de fácil compreensão, o que prejudica bastante as escolhas alimentares das famílias. Produtos aparentemente inofensivos, e alguns até mesmo ofertados como opções saudáveis, contêm quantidades preocupantes de ingredientes que deveríamos evitar consumir em excesso e que acabamos comprando sem saber. Com rotulagem adequada, as próprias crianças podem fazer essa distinção***.

Garantir informações nutricionais que nos permitam fazer escolhas mais conscientes é um passo importante para conseguirmos alcançar melhores indicadores de saúde para crianças e adolescentes no Brasil. Continue acompanhando este site para saber mais. Vamos encarar, juntos, o desafio da obesidade infantil!

Saiba mais: Conheça a campanha do Idec por uma rotulagem adequada.

*https://news.un.org/pt/story/2020/03/1706371
**https://ijbnpa.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12966-019-0781-x
***https://www.youtube.com/watch?v=XJfZJfc56lY&feature=youtu.be

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Como escolher melhor o que as crianças comem?

2020-10-13T14:10:12-03:00

Escolhas saudáveis: um grande desafio

ALIMENTAÇÃO INFANTIL NO BRASIL:
SAÚDE NÃO É O QUE INTERESSA.

Como vimos em nossa publicação anterior, um dos piores inimigos da alimentação saudável para as crianças são os alimentos ultraprocessados. Eles contêm várias substâncias em excesso, como sal, açúcar, gorduras e outras substâncias comestíveis, mas que não são comida de verdade – como conservantes, corantes e realçadores de sabor.

Apesar disso, as empresas que produzem refrigerantes, salgadinhos, biscoitos e outros ultraprocessados são livres para fazer anúncios em larga escala e realizar ações de marketing até mesmo em escolas.

Como esses produtos, além de serem facilmente encontrados para compra, são mais baratos e práticos do que alimentos mais saudáveis, as famílias têm muita dificuldade em estabelecer uma alimentação que promova a saúde das suas crianças. Há ainda uma crença de sua enorme praticidade, mesmo que a comida de verdade do dia a dia seja bastante fácil de elaborar e comer.

A oferta irrestrita de alimentos ultraprocessados é uma das principais razões para termos, aqui no Brasil, um panorama de alimentação infantil bastante preocupante.

Veja o que mostra a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE 2017/18:

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de açúcar, mesmo por pessoas adultas, não ultrapasse 5% do valor diário de calorias. No Brasil, no entanto, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-09), o consumo de açúcar por crianças e adolescentes ultrapassa 17% do valor diário de calorias.

Produtos ultraprocessados não devem fazer parte da base alimentar das famílias, como recomendam os mais recentes Guias Alimentares Nacionais do Ministério da Saúde, direcionados a adultos, crianças e bebês. Seu consumo constante representa um alto risco para a saúde – em especial na infância e na adolescência. Nessas fases, uma boa alimentação é fundamental, tanto para garantir um desenvolvimento adequado, quanto para a criação de hábitos alimentares saudáveis, importantes por toda a vida.

No entanto, é um grande desafio para as famílias fazerem opções saudáveis em um cenário em que é muito mais fácil ter acesso a ultraprocessados. A situação é ainda mais grave quando se considera que nem sempre as pessoas sabem o que estão comendo e acabam fazendo uso cotidiano desses alimentos, quando deveriam evitá-los.

Continue acompanhando as nossas publicações. Vamos encontrar juntos os melhores caminhos para lidar com os desafios para garantir uma alimentação saudável na infância e na adolescência.

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Escolhas saudáveis: um grande desafio

2020-10-13T14:12:07-03:00

Saiba quais são os piores alimentos para seu filho

CRIANÇAS ADORAM BISCOITOS E ACHOCOLATADOS.
POR QUE ISSO PODE SER UM PROBLEMA?

Você sabe o que são alimentos ultraprocessados? Pode ser que você não conheça a definição, mas existe uma grande chance de que esses produtos estejam muito presentes no seu dia a dia. Estamos falando de biscoitos salgados ou doces, batatas chips embaladas, certos pães de forma, refrigerantes e bebidas açucaradas, empanados tipo nuggets, macarrão e sopas instantâneos, por exemplo. Já deu para perceber que são produtos que têm alto apelo ao público infantil, certo? E a obesidade na infância pode estar relacionada ao consumo frequente desses produtos.

Existem três tipos de alimentos: in natura, processados e ultraprocessados. Os alimentos in natura ou minimamente processados são os mais naturais possíveis e não contêm adição de outros elementos. É o caso das frutas, verduras, carnes, café e leite, por exemplo.

Os processados podem, entre outras coisas, ser defumados, fermentados ou conservados em açúcar ou sal. Essas técnicas podem aumentar a quantidade de sódio ou calorias. Por isso, o Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde recomenda que os processados sejam consumidos em pequena quantidade.

Já os ultraprocessados são aqueles que recebem a adição excessiva de ingredientes como sódio, açúcares, gorduras, substâncias sintetizadas, inclusive a partir de petróleo e carvão, e de uso exclusivamente industrial. Esses elementos servem para aumentar o prazo de validade e alterar cor, sabor, aroma e textura. Além de terem uma enorme quantidade de elementos nocivos, os ultraprocessados também não apresentam níveis adequados de nutrientes. Eles são um dos principais inimigos de uma alimentação saudável, principalmente na infância, e, sempre que possível, devem ser evitados.

O excesso de sódio, por exemplo, pode facilitar ou agravar a hipertensão. Muitas gorduras e óleos são ruins para a saúde cardiovascular, podendo levar ao entupimento de vasos sanguíneos e à sobrecarga do coração. Os açúcares estão intimamente ligados à incidência de diabetes. E todos podem contribuir para o sobrepeso na infância, uma condição que já afeta milhões de crianças brasileiras.

Por isso, os guias alimentares brasileiros recomendam que alimentos ultraprocessados não sejam oferecidos a crianças com menos de 2 anos e que sejam evitados ao máximo no cardápio diário das famílias. No lugar deles, os alimentos in natura, como peixes, aves e carnes frescos, legumes, verduras e frutas, devem ser valorizados. Melhor ainda se forem cultivados de forma orgânica, sem agrotóxicos.

Ajude a divulgar o máximo possível as informações sobre os riscos de uma alimentação inadequada na infância. E continue acompanhando as nossas mensagens e publicações. Vamos encontrar, juntos, os melhores caminhos para encarar o desafio da obesidade infantil!

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Saiba quais são os piores alimentos para seu filho

2020-10-13T14:13:51-03:00

A CAMPANHA

AMBIENTES MAIS SAUDÁVEIS, CRIANÇAS MAIS SAUDÁVEIS

A obesidade é uma doença multifatorial que afeta, atualmente, 124 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo. O cenário no Brasil não é diferente e segue as tendências mundiais, em especial as que se referem aos países em desenvolvimento, onde a epidemia de obesidade tende a se agravar nos próximos anos.

Projeções da Organização Mundial da Saúde indicam que, em 2030, o Brasil será o 5° país do mundo em número de crianças com essa condição. Hoje, em nosso país, 1 em cada 3 crianças com idade entre 5 e 9 anos está com excesso de peso ou obesidade. Além de prejudicar o desenvolvimento dessas crianças, a obesidade está associada a outras doenças crônicas que podem ocorrer ainda na infância e também na fase adulta, comprometendo seu futuro.

Entendendo o assunto como uma importante questão de saúde pública, o Instituto Desiderata, com o apoio de outras organizações parceiras, lança a campanha Obesidade Infantil: uma questão de saúde pública. A campanha foi idealizada com o apoio da ACT Promoção da Saúde, organização não governamental que atua na promoção e defesa de políticas de saúde pública, e tem como objetivo convidar a população, especialmente pais e cuidadores, a olhar de uma forma mais abrangente para os inúmeros fatores que influenciam as altas taxas de obesidade infantil no Brasil e no mundo.

Uma série de fatores que favorecem ambientes não saudáveis estão por trás das escolhas de cada família. Queremos que as pessoas se questionem sobre o consumo de certos alimentos e hábitos e possam compreender melhor as causas da obesidade infantil. Esperamos, com isso, colaborar para que a sociedade entenda melhor que mudanças precisam ser feitas para promover políticas e ambientes que efetivamente colaborem para revertermos esses índices em um futuro próximo.

Contamos com você também!

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A CAMPANHA

2020-10-13T12:44:35-03:00

Obesidade Infantil: Uma questão de saúde pública

UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA.

Se você se preocupa com o que seu filho costuma comer e beber, este texto foi pensado para você. A alimentação inadequada é uma das maiores causas do excesso de peso em crianças e adolescentes, e isso pode causar problemas de saúde agora e na vida adulta.

Uma série de ambientes, da escola ao supermercado, entre outros fatores, acabam induzindo-os, de forma lúdica, ao consumo de produtos inadequados. Mas a obesidade infantil não é brincadeira: é uma condição provocada por múltiplos fatores, e pode atingir formas tão graves em crianças e adolescentes quanto em adultos, prejudicando seu desenvolvimento. Além disso, um grande número de crianças com obesidade mantém a condição na vida adulta, aumentando o risco de desenvolver diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e respiratórias, entre outras consequências.

É comum os responsáveis por uma criança com obesidade pensarem que o problema é exclusivamente deles e se sentirem impotentes para mudar o quadro. Colocar a responsabilidade pela obesidade infantil nos pais é ignorar, entre outras causas, que as escolhas alimentares são influenciadas por condições sociais, culturais, educacionais e de saúde. Pais, familiares e cuidadores só vão poder exercer seu cuidado de maneira plena e responsável se o ambiente social for favorável a escolhas e práticas saudáveis.

Atualmente, 1 em cada 3 crianças com idade de 5 a 9 anos está acima do peso, segundo o Ministério da Saúde. A OMS prevê que, em 2030, o Brasil será o 5º país do mundo em número de crianças com obesidade. Cabe a todos nós fazer com que esta seja entendida como uma questão de saúde pública.

Alimentos ultraprocessados e publicidade direcionada a crianças estão entre os principais inimigos dos hábitos saudáveis na infância. Devemos nos engajar em ações coletivas para a implementação de leis específicas que possam ajudar as pessoas a fazerem escolhas mais saudáveis, como a exigência de rotulagem de fácil compreensão nas embalagens e a limitação das bebidas açucaradas, entre outras medidas.

Precisamos acompanhar de perto e entender melhor as causas da obesidade infantil. Cadastre-se em nosso site e continue acompanhando este blog para saber mais.

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Obesidade Infantil: Uma questão de saúde pública

2020-10-13T14:16:07-03:00
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