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Crianças com obesidade são apenas crianças

O estigma da obesidade é uma realidade para muitas crianças e adolescentes.

Entrevista com a Dra. Denise Lellis, pediatra e especialista em nutrição infantil.

A obesidade infantil já se tornou uma epidemia no Brasil. Em 2019, de acordo com o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) do Ministério da Saúde, 7% das crianças menores de 5 anos e 13,25% das crianças de 5 a 9 anos, acompanhadas na atenção primária, foram diagnosticadas com obesidade.

Para muitos, são apenas números, mas, para crianças e adolescentes que vivenciam o estigma da obesidade, trata-se de prejuízos ao seu pleno desenvolvimento físico e emocional. Clique no vídeo e veja as explicações da Dra. Denise Lellis, pediatra e especialista em nutrição infantil.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como é possível conter a epidemia de obesidade infantil e promover ambientes saudáveis e inclusivos para crianças e adolescentes.

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Crianças com obesidade são apenas crianças

2020-11-26T16:26:53-03:00

Como podemos conter a epidemia da obesidade infantil?

É preciso fazer da obesidade infantil uma prioridade em saúde pública.

As famílias têm, de fato, uma grande responsabilidade em relação à saúde das crianças. No entanto, como vimos, outros ambientes, fora de casa, também têm uma grande influência sobre suas escolhas alimentares e criação de hábitos. Quando vão à escola, por exemplo, boa parte das refeições são feitas em cantinas e refeitórios, que nem sempre oferecem opções saudáveis. E isso se repete em vários outros espaços que elas frequentam.

Como pais, cuidadores e sociedade em geral, precisamos nos envolver e também cobrar do poder público uma série de medidas para conter os males que a obesidade infantil vem causando à saúde das crianças brasileiras. Para enfrentar esse desafio, nós precisamos:

1. Pais não devem ser culpados pelas condições de saúde de seus filhos e as crianças não devem ser julgadas por seu excesso de peso.

2. Cobrar políticas de incentivo à amamentação até os dois anos de idade, com o leite materno sendo o único alimento oferecido ao bebê até os seis meses.​

3. Proteger crianças da exposição precoce aos alimentos ultraprocessados, e o acesso à boa alimentação e às atividades físicas e lúdicas ser facilitado para estimular hábitos saudáveis, especialmente nas escolas. especialmente nas escolas.

4. Exigir que a publicidade dirigida a crianças seja efetivamente fiscalizada.

5. Cobrar que as embalagens de produtos alimentícios tenham rótulos claros, com alertas adequados sobre excesso de açúcar, sal e gorduras, conforme determinado.

6. Exigir que o poder público trate a epidemia de obesidade como um problema de saúde pública, envolvendo toda a sociedade e criando leis e ações efetivas.

7. Subsídios à indústria de refrigerantes precisam ser retirados e os impostos sobre bebidas com excesso de açúcar aumentados.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como é possível prevenir a obesidade infantil e exigir mudanças que garantam uma vida saudável a todas as crianças.

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Como podemos conter a epidemia da obesidade infantil?

2020-11-23T13:00:42-03:00

Obesidade infantil: uma epidemia com muitas causas

Que fatores externos influenciam a obesidade em crianças e adolescentes?

Como vimos, a obesidade infantil tem diversas causas e, por isso, não existe uma única solução simples para lidar com ela. Sozinhas, as ações que estão ao alcance das famílias não são suficientes para reverter a situação.

Saber reconhecer e entender as causas do problema é um início importante para alcançarmos melhores condições de vida, saúde e alimentação para as crianças brasileiras e evitar que os índices de obesidade infantil se tornem ainda piores.

Veja alguns fatores que causam obesidade infantil:

É preciso compreender que não é possível lidar com a obesidade infantil a partir de medidas isoladas, mas estabelecer ações amplas, que impactem a sociedade como um todo e que protejam as crianças de hábitos que prejudicam a sua saúde.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como é possível prevenir a obesidade infantil.

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Obesidade infantil: uma epidemia com muitas causas

2020-11-12T15:00:45-03:00

Brincar ao ar livre é diversão e saúde

BRINCAR AO AR LIVRE É FUNDAMENTAL PARA UMA INFÂNCIA SAUDÁVEL.

Brincar e aprender em contato com a natureza é fundamental para um bom desenvolvimento da saúde de crianças e adolescentes. Em um ambiente natural, eles têm a chance de se movimentar livremente, brincar e se exercitar. O hábito também ajuda a desenvolver a criatividade, a iniciativa, a autoconfiança, a coordenação psicomotora e várias outras habilidades.

Não ter oportunidades de brincar e aprender em contato com a natureza expõe as crianças a maiores riscos de desenvolver uma série de problemas de saúde. A obesidade infantil é um deles.

Veja exemplos de como o brincar e a natureza podem trazer benefícios para a vida das crianças:


 

Essas vivências também ajudam crianças e adolescentes a ter uma relação mais saudável com o ambiente digital.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como é possível estimular uma vida saudável e evitar a obesidade infantil.

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Brincar ao ar livre é diversão e saúde

2020-11-05T17:25:44-03:00

O que as crianças podem – e devem – fazer na cozinha?

COZINHAR NA INFÂNCIA: SENSAÇÕES, AFETO E SAÚDE.

A cozinha ocupa um espaço central nas casas das famílias brasileiras. Quando compartilhado, o ato de cozinhar pode promover mais interação entre os membros da família e o interesse por uma alimentação saudável nas crianças. É na infância que são criados importantes hábitos alimentares que podem permanecer por toda a vida.

No entanto, nem sempre as crianças são bem-vindas nesse espaço, que é entendido, muitas vezes, como um lugar que oferece riscos a elas. Porém, tomando os devidos cuidados, a cozinha pode ser uma aliada das famílias para desenvolver habilidades culinárias e introduzir novos hábitos alimentares.

Veja alguns exemplos de atividades na cozinha e escolha-as de acordo com a faixa etária e as possibilidades e interesses de cada criança.


– Amassar, modelar massas, misturar alimentos e criar desenhos com eles


– Pesar ingredientes, lavar alimentos, untar formas, arrumar a mesa


– Ler receitas, montar saladas, preparar receitas, lavar louça


– Conferir despensa, fazer lista de compras e executar receitas mais elaboradas

 

Para uma criança, a cozinha pode ser um grande laboratório de habilidades. Cores, cheiros, texturas e sabores são sensações novas que ela experimenta com alegria. E os momentos em família deixam lembranças afetivas importantes.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como é possível estimular a alimentação saudável e evitar a obesidade infantil.

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O que as crianças podem – e devem – fazer na cozinha?

2020-10-28T19:43:53-03:00

4 Ações para facilitar o acesso a uma boa alimentação.​

COMO AS CIDADES PODEM SE TORNAR AMBIENTES FAVORÁVEIS À BOA ALIMENTAÇÃO?

Como vimos antes, diversos fatores influenciam o acesso a uma alimentação saudável. E o lugar onde as pessoas moram é um dos principais elementos que facilitam ou dificultam esse acesso.

As famílias, em seu dia a dia, costumam consumir o que está mais próximo às suas casas. Ou seja, comprar na feira ou fazer refeições em fast foods são escolhas diretamente relacionadas à proximidade desses lugares.

Os alimentos in natura, geralmente, são mais perecíveis e mais difíceis de serem comercializados. Por isso, é mais comum que os bairros mais afastados do centro tenham menor oferta desses alimentos. Em alguns lugares, esse acesso é tão difícil que eles são considerados “desertos alimentares”.

Mas o que podemos fazer para criar, em nossas cidades, ambientes favoráveis à boa alimentação?

Veja quais são as 4 ações principais
que podem ser adotadas:

1. Priorizar a compra de alimentos in natura em pequenos comércios locais, como sacolões e quitandas.

2. Criar ações que promovam feiras em bairros distantes, de forma regular e com preço justo.

3. Participar da criação de hortas comunitárias em espaços públicos como praças, escolas, unidades de saúde e outros.

4. Exigir que as escolas ofereçam alimentação saudável em refeitórios e restrinjam a oferta de ultraprocessados nas cantinas e no seu entorno.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como promover a alimentação infantil saudável e prevenir a obesidade em crianças e adolescentes.

Saiba Mais:

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4 Ações para facilitar o acesso a uma boa alimentação.​

2020-10-23T19:23:46-03:00

Todo produto com foto de fruta tem fruta?

CERTOS PRODUTOS PARECEM, MAS NÃO SÃO NATURAIS NEM SAUDÁVEIS.

Você entra no mercado e as opções parecem ser muitas. Mas, na verdade, por trás da maior parte dessas “opções” estão produtos cheios de sabores e cores artificiais e quase sem nenhum valor nutritivo. Pior: alguns desses produtos fazem de tudo para que você ache que eles são tão saudáveis quanto comidas de verdade.

Muito visual, pouca nutrição

Mas não é só isso. É comum que esses produtos usem personagens infantis para atrair a atenção de crianças e fotos das frutas e outros recursos para convencer as pessoas de que eles são feitos de ingredientes naturais. Em alguns casos, tentam parecer até melhores do que os naturais, pela praticidade. Vários usam pouquíssimo os ingredientes saudáveis e, nos piores casos, nem usam. Muitos passam a ideia de aliados das famílias, mas, na verdade, estão enganando crianças e adultos.

Mas não é fácil mesmo conseguir evitar esses produtos. Além de ter embalagens atraentes, eles são feitos para que tudo neles pareça gostoso, das cores à textura, o que torna alguns deles extremamente viciantes. Além disso, são sempre posicionados de maneira estratégica nos supermercados e estão disponíveis em quase todos os lugares, das escolas aos cinemas.

Incentivos fiscais

Apesar de todas as consequências graves que o consumo cotidiano desse tipo de produto pode trazer para a saúde, aqui no Brasil a indústria de bebidas adoçadas, por exemplo, recebe quase 4 bilhões ao ano em incentivos fiscais, segundo a campanha Tributo Saudável. Isso ajuda os fabricantes a vender ainda mais barato os seus produtos, tornando-os, em muitos casos, mais acessíveis que opções saudáveis. Em alguns lugares, mais baratos mesmo que água.

Continue acompanhando este site para saber mais sobre como a alimentação inadequada pode ser uma das principais causas da obesidade infantil.

Saiba mais: conheça a campanha Tributo Saudável e entenda por que bebidas açucaradas fazem mal à saúde e não devem ser subsidiadas.

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Todo produto com foto de fruta tem fruta?

2020-10-16T17:57:34-03:00

12 passos para uma alimentação saudável na infância

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA:
BENEFÍCIOS PARA A VIDA TODA.

Uma alimentação saudável nos primeiros anos de vida é uma das bases para um desenvolvimento adequado e ajuda a evitar, entre outras doenças graves, a obesidade infantil.

O Ministério da Saúde lançou, em 2019, uma edição renovada do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos. Um dos capítulos mais importantes desse Guia são os 12 Passos para uma Alimentação Saudável, que serve como orientação para quem é responsável por crianças até 24 meses de idade. O vídeo abaixo é um resumo feito com base nesses 12 passos. Clique na imagem para assistir.

Você pode baixar o Guia completo, gratuitamente e com segurança, clicando aqui: Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos.
É uma publicação extensa, bem abrangente, com muitas informações sobre o tema.

Continue acompanhando este site para saber mais. Estamos juntos no desafio de alertar sobre a obesidade infantil!

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12 passos para uma alimentação saudável na infância

2020-12-08T19:50:01-03:00

Como escolher melhor o que as crianças comem?

ESCOLHER ALIMENTOS SAUDÁVEIS PARA CRIANÇAS
DEVERIA SER MAIS FÁCIL.

Os números crescentes da obesidade infantil tornaram-se um problema em vários países nos últimos anos. O México, maior consumidor de alimentos ultraprocessados da América Latina, chegou a decretar recentemente um alerta epidemiológico devido às altas taxas de diabetes e obesidade. Lá, cerca de 40% das calorias* que as crianças em idade pré-escolar ingerem vêm de alimentos ultraprocessados.

Nunca é demais lembrar que, entre esses produtos, que contêm açúcar, sal e gorduras em excesso, estão bebidas açucaradas, embutidos, macarrões instantâneos e bebidas lácteas. Esses itens costumam ser bastante populares entre crianças, entre outras razões, por causa da publicidade direcionada a elas.

Porém, muitas pessoas acabam comprando esses produtos sem saber o que realmente são. Uma das razões para isso é que eles possuem embalagens apelativas, às vezes com uso de personagens, e pouca ou nenhuma indicação sobre altos teores de sódio, açúcar e gorduras. Sem essas informações claras, não é possível fazer uma escolha de verdade.

Mas os mexicanos já deram alguns passos importantes para garantir uma alimentação mais saudável, implementando selos de alerta nas embalagens e restringindo a publicidade direcionada a crianças, por exemplo. Além deles, Chile, Uruguai e Peru também já adotaram a indicação nos rótulos. No Chile, a adoção desse tipo de selo foi uma das estratégias implementadas para lidar com a alta taxa de obesidade no país. E está dando certo, como afirma este estudo**.

Veja exemplos de como um alerta para os consumidores pode ser:

No Brasil, ainda não temos uma rotulagem nutricional adequada e de fácil compreensão, o que prejudica bastante as escolhas alimentares das famílias. Produtos aparentemente inofensivos, e alguns até mesmo ofertados como opções saudáveis, contêm quantidades preocupantes de ingredientes que deveríamos evitar consumir em excesso e que acabamos comprando sem saber. Com rotulagem adequada, as próprias crianças podem fazer essa distinção***.

Garantir informações nutricionais que nos permitam fazer escolhas mais conscientes é um passo importante para conseguirmos alcançar melhores indicadores de saúde para crianças e adolescentes no Brasil. Continue acompanhando este site para saber mais. Vamos encarar, juntos, o desafio da obesidade infantil!

Saiba mais: Conheça a campanha do Idec por uma rotulagem adequada.

*https://news.un.org/pt/story/2020/03/1706371
**https://ijbnpa.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12966-019-0781-x
***https://www.youtube.com/watch?v=XJfZJfc56lY&feature=youtu.be

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